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Concordância Verbal e Nominal: Evite Erros nas Provas do ENEM

Erros comuns de concordância verbal e nominal no ENEM explicados com exemplos práticos, atenção ao contexto e estratégias para interpretar frases complexas.
Concordância Verbal e Nominal Evite Erros nas Provas do ENEM
Quiz ENEM

Concordância Verbal e Nominal no ENEM: como não tropeçar na gramática

A Concordância Verbal e Nominal aparece com frequência nas questões de Língua Portuguesa do ENEM porque testa algo essencial: sua capacidade de entender como as palavras se relacionam dentro do texto. Em vez de cobrar regra solta, a prova costuma trazer frases, anúncios, tirinhas ou trechos informativos em que a forma correta depende do contexto.

Na prática, o que acontece é simples: muita gente sabe a teoria, mas escorrega quando a banca troca a posição do sujeito, usa expressões coletivas ou coloca um termo no plural e outro no singular. Por isso, estudar esse conteúdo exige atenção ao sentido, à estrutura da frase e à leitura cuidadosa do comando.

🧠Resumo Rápido
  • Conceito-chave: Relação de concordância entre verbo, substantivo, adjetivo e demais termos da frase.
  • Fórmula/Regra: Verbo concorda com o sujeito; nome concorda com o substantivo a que se refere.
  • Palavras-gatilho: sujeito, núcleo, plural, adjetivo, verbo, número gramatical
  • Habilidade ENEM: H18 — reconhecer efeitos de sentido e regularidade linguística em textos
  • Frequência: cobrado com frequência

O que o ENEM quer quando cobra concordância

Gramática contextualizada, não decoreba

No ENEM, a Concordância Verbal e Nominal quase nunca aparece como pergunta direta do tipo “assinale a regra correta”. O mais comum é a banca inserir a dúvida em um texto curto e exigir interpretação. Isso conversa com a matriz de referência da área de Linguagens, que valoriza leitura, efeito de sentido e competência linguística aplicada.

📋Como Cai na Prova

O enunciado apresenta uma frase com um desvio ou uma escolha estilística e pede para identificar a alternativa adequada ao padrão da norma-padrão, ao sentido do texto ou ao efeito expressivo.

O que observar primeiro

  • Quem é o sujeito da oração.
  • Qual é o núcleo da expressão nominal.
  • Se há termos no singular, no plural, no coletivo ou em construções partitivas.
  • Se o texto pede norma-padrão ou aceita variação de linguagem pelo contexto.

Quem trabalha com correção de redação e leitura crítica sabe que muitos erros não vêm de desconhecimento total, mas de pressa. O candidato bate o olho no verbo e esquece de localizar o sujeito real. Esse é um ponto em que a leitura atenta vale mais do que “sentir” a frase.

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Concordância verbal: como acertar o verbo sem adivinhar

Regra central

A concordância verbal ocorre quando o verbo se ajusta ao sujeito em número e pessoa. Em linguagem direta: se o sujeito está no plural, o verbo tende ao plural; se está no singular, o verbo tende ao singular. Parece básico, mas o ENEM complica a estrutura para testar sua habilidade de identificar o núcleo do sujeito.

Casos que mais geram dúvida

Algumas construções merecem treino específico: sujeito composto, expressões com porcentagem, coletivos, pronomes relativos, verbos impessoais e construções com “a maioria de”, “parte de”, “grande número de”. Em muitas delas, a concordância pode variar conforme a ênfase do texto, e a banca explora justamente essa margem.

⚠️Pegadinha da Banca

A banca costuma esconder o sujeito em expressões como “a maior parte dos estudantes”, levando o candidato a concordar o verbo com “parte” em vez de perceber que o núcleo semântico é “estudantes”. Para evitar o erro, leia a frase inteira e pergunte: “quem pratica a ação?”

🎯Dica TRI

Se uma alternativa traz concordância que parece “bonita”, mas fere a estrutura básica do sujeito, desconfie. Pela TRI, o ENEM costuma premiar coerência interna: acertar as questões mais diretas de concordância ajuda mais do que chutar as mais difíceis e errar as fáceis.

Exemplo prático de leitura

Em vez de decorar apenas “o verbo concorda com o sujeito”, treine assim: sublinhe o sujeito, encontre o núcleo e só depois confira o verbo. Na frase “Grande parte dos candidatos desistiu”, o verbo pode parecer estranho para quem espera o plural, mas a concordância com “parte” está correta. Já em “Grande parte dos candidatos desistiram”, o plural também pode ocorrer em certos contextos enfáticos, mas o efeito muda e nem sempre é o mais adequado ao texto.

Concordância nominal: adjetivo, artigo e numeral em sintonia

O que entra na concordância nominal

A concordância nominal é o ajuste entre substantivos e termos que os acompanham: adjetivos, artigos, pronomes, numerais e particípios. Quando a frase está bem construída, esses elementos dialogam em gênero e número. No ENEM, isso aparece em trechos com descrições, opiniões, propaganda e análise de linguagem.

Onde a banca mais explora

Erros frequentes surgem com expressões como “meio”, “bastante”, “anexo”, “obrigado”, “bastante alunos”, “é proibido entrada” e construções com particípio. A banca gosta de verificar se você sabe quando um termo é invariável e quando funciona como adjetivo, o que muda completamente a resposta.

Elemento Função Atenção no ENEM
Adjetivo Caracteriza o substantivo Concorda em gênero e número
Artigo Determina o substantivo Também concorda com ele
Numeral Indica quantidade Pode exigir atenção à posição na frase
⚠️Pegadinha da Banca

Uma pegadinha comum é tratar palavras invariáveis como se fossem flexionáveis. “Meio cansada” está correto quando “meio” equivale a advérbio, mas “meia cansada” costuma indicar erro, a depender do contexto. A saída é identificar a classe gramatical antes de marcar a alternativa.

Como a banca monta o distrator nas questões de concordância

Distrator não é erro óbvio

No ENEM, o distrator é pensado para parecer plausível. Em concordância, isso significa que a alternativa errada geralmente respeita a ideia geral da frase, mas escorrega em uma regra específica. Às vezes o problema está no verbo; às vezes, no adjetivo; em outros casos, no sentido de coletivo, porcentagem ou expressão impessoal.

📋Como Cai na Prova

O texto-base traz uma frase com duas ou mais possibilidades de leitura e o comando pede a forma gramatical mais adequada ao contexto, à norma-padrão ou à manutenção da coesão.

Como evitar cair no distrator

  • Leia o sujeito até o fim, sem pressa.
  • Verifique se há núcleo singular e complementos no plural.
  • Observe se a frase é literal, opinativa ou expressiva.
  • Desconfie de alternativa que “soa correta”, mas não se apoia na estrutura.
Estratégia de Resolução

Passo 1: Identifique o sujeito e marque o núcleo.

Passo 2: Cheque a classe gramatical dos termos de apoio.

Passo 3: Compare as alternativas e elimine as que quebram a estrutura.

⏱️ Tempo médio: 3 min

A TRI favorece quem mantém consistência. Se você acerta itens básicos de concordância e erra os mais simples por distração, sua leitura de desempenho fica incoerente. Por isso, vale mais consolidar a base do que tentar adivinhar regras raras sem segurança.

Erros mais comuns em concordância verbal e nominal

Os tropeços que mais derrubam nota

Alguns erros se repetem com muita frequência entre candidatos. Eles aparecem tanto em provas quanto em produção textual, porque revelam insegurança com a estrutura da frase. A boa notícia é que, com treino, esses deslizes ficam bem mais fáceis de identificar.

  • Concordar o verbo com o termo mais próximo, e não com o sujeito.
  • Ignorar expressões partitivas como “a maioria de”, “parte de” e “um grupo de”.
  • Trocar singular e plural em adjetivos ligados a substantivos compostos.
  • Confundir palavras invariáveis com flexionáveis.

Onde a interpretação entra

Em Língua Portuguesa, a gramática não funciona isolada do texto. Às vezes a banca quer saber se a concordância ajuda a produzir ênfase, clareza ou formalidade. Em outros casos, o próprio autor usa uma construção menos comum por estilo, e o candidato precisa perceber isso antes de marcar “erro”.

⚠️Pegadinha da Banca

Um erro clássico é confundir “havia muitas pessoas” com “haviam muitas pessoas”. Como “haver”, no sentido de existir, é impessoal, ele fica no singular. A distração acontece porque a palavra “pessoas” parece pedir plural, mas ela não é sujeito.

Como treinar concordância para a prova sem decorar demais

Treino inteligente vale mais

Para estudar Concordância Verbal e Nominal, a melhor estratégia é combinar regra, leitura e revisão. Não basta ler teoria: você precisa resolver questões, justificar respostas e observar o motivo do acerto ou do erro. É esse processo que transforma conhecimento em habilidade de prova.

Rotina prática de estudo

  • Separe questões por tema: sujeito simples, sujeito composto, expressões partitivas, adjetivos e casos especiais.
  • Explique em voz alta por que cada alternativa está certa ou errada.
  • Revise suas anotações com frases curtas e exemplos próprios.
  • Faça pequenos simulados cronometrados para treinar atenção ao comando.
📝Questão-Modelo (ENEM ””)

✅ Gabarito: alternativa ”D”

Por quê: ”A

A prova pode trazer uma frase aparentemente correta, mas com concordância inadequada para o registro formal. Nessa hora, o texto-base e o comando mostram se a escolha deve seguir a norma-padrão ou a construção expressiva.

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Concordância e interpretação: por que isso cai junto no ENEM

Gramática com função textual

O ENEM não separa completamente gramática e interpretação. Em muitos itens, a concordância contribui para o sentido, a fluidez e a intenção comunicativa. Isso significa que estudar só regra, sem contexto, é pouco eficiente. A prova quer saber se você lê a língua em uso.

O que observar no texto-base

Preste atenção ao gênero textual: anúncio, notícia, charge, tirinha, reportagem, editorial. Cada um trabalha com linguagem de forma diferente. Em um anúncio, por exemplo, a concisão pode alterar a concordância por efeito estilístico; em uma notícia, a norma-padrão tende a ser mais rígida.

🎯Dica TRI

Ao resolver questões de concordância, priorize as alternativas que preservam a clareza e a coerência do texto. A TRI tende a favorecer quem reconhece a estrutura correta sem depender de chute em respostas muito “sedutoras”.

INEP explica a lógica das avaliações e da estrutura do exame; a página oficial do ENEM reúne informações atualizadas sobre a prova; e materiais de apoio como a explicação de concordância verbal ajudam a revisar a teoria com exemplos práticos.

Como revisar concordância na reta final

Revisão que rende ponto

Na reta final, o foco deve estar em reconhecer padrões, não em revisar teoria infinita. Separe exemplos curtos, releia os casos especiais e faça um treino de tempo. Se você está se preparando para o ENEM, resolver dez questões de concordância com análise de erro vale mais do que ler páginas inteiras sem atenção.

Checklist rápido para a véspera

  • Reconhecer sujeito simples e composto.
  • Distinguir verbo impessoal de verbo com sujeito.
  • Identificar termos invariáveis em concordância nominal.
  • Perceber o registro formal exigido pelo comando.

Também ajuda montar um pequeno caderno de frases problemáticas. Quem revisa assim costuma errar menos porque passa a enxergar a lógica da construção, e não só a superfície da palavra. Isso faz diferença tanto na prova objetiva quanto na escrita da redação.

Se quiser consolidar esse conteúdo, resolva 10 questões de Língua Portuguesa focadas em concordância, faça um simulado cronometrado e depois reescreva as frases em que errou. Esse ciclo simples — teoria, prática e revisão — costuma dar mais resultado do que estudo passivo e disperso.

Perguntas frequentes sobre Concordância Verbal e Nominal

1. Concordância verbal e nominal caem muito no ENEM?

Sim. O tema aparece com frequência porque avalia leitura, domínio da norma-padrão e capacidade de interpretar a estrutura da frase. A cobrança costuma vir contextualizada.

2. Preciso decorar todas as regras?

Não. O mais importante é entender a lógica principal e reconhecer os casos mais comuns. O ENEM valoriza aplicação em texto, não memorização mecânica.

3. Como saber se o verbo concorda com o sujeito certo?

Localize o sujeito, encontre o núcleo e só depois confira a flexão verbal. Em expressões como “a maioria de”, “parte de” e “um grande número de”, esse passo evita muitos erros.

4. A concordância nominal também aparece em textos de propaganda e charge?

Sim. Nesses gêneros, a banca pode explorar adjetivos, expressões fixas, efeito de sentido e adequação à norma-padrão ou ao recurso expressivo do texto.

5. O que mais derruba candidatos nesse assunto?

Pressa na leitura, confusão entre sujeito e termo próximo, e falta de atenção aos casos especiais. Em geral, quem faz revisão com questões comentadas evolui mais rápido.

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